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A farsa dos televisores 3D
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Curtiu Avatar? Pensou em ter uma TV capaz de rodar filmes 3D em casa? É isso que a Sony e outras fabricantes prometem.

Desde que você troque sua recém comprada TV de LCD.

Aliás, isso sempre me lembra que nos anos 80, eu jogava com óculos 3D no Master System, exatamente com o mesmo princípio usado nas "novas" TVs em 3D. E funcionava muito bem.

Como não gosto de ficar replicando artigos de outras fontes, leia este artigo que conta toda a enganação das novas TVs 3D no site da Super Interessante.

Leia lá, comente aqui :)






Meu Nintendo DS

Há um mês atrás, antes do Pimpolho Jr. nascer, eu estava pensando em comprar um videogame portátil: Sony PSP ou Nintendo DS.

Óbvio que vendo ambos pessoalmente, o charme do PSP é imbatível: a tela é simplesmente a melhor tela de qualquer portátil que existe. O poder do pequeno também, que em algumas especificações chega à ser melhor que o PS2, impressiona.

Aí pesei em minha lista: que jogos me fariam comprar um PSP? Com certeza, Gran Turismo. Mas este, que foi um dos jogos prometidos para o lançamento do portátil, nunca saiu, e há boatos que até foi cancelado.

Vi vários outros jogos muito bonitos (Burnout, Ridge Racer, Need for Speed), mas nenhum deles me empolgou.

Fiz o mesmo para o DS: que jogos me fariam comprar um DS? Há alguns anos atrás, tive um Gameboy Advanced (meu primeiro console Nintendo, afinal eu era um Segamaníaco). E eu joguei muita coisa nele: F-Zero, Castlevanias, Mario Kart, Metroid, todos que me renderam horas e horas de diversão. Ok, não há nem notícias do F-Zero, mas os outros já existem, e são excelentes.

Além disso, os modos online dos jogos são realmente muito descomplicados: após configurar o Wi-Fi, você entra em algumas salas onde seus oponentes são automaticamente selecionados (ou você os escolhe por Friend Code), e a jogatina começa. Tudo realmente muito simples: sem precisar criar novas contas, nada, nada.

Pensando nisso, fui e comprei um DS Lite. Depois disso, fui em algumas lojas da cidade atrás de jogos (de preferência usados) e simplesmente todas as lojas queriam me empurrar o gravador de ROMs ao invés dos jogos originais, que permite jogar qualquer jogo do portátil sem ter que comprá-lo.

O preço em média aqui na cidade do tal acessório é de R$ 280,00, e como tenho pago em média R$ 65,00 por jogo usado, isso me permite comprar 4 jogos usados originais, mais do que eu tinha quando tinha um GBA.

E a diferença é que quando você tem poucos jogos (e originais), você seleciona qual comprar com muito cuidado, se dedica muito mais ao jogo, tenta acabá-lo em todos os modos possíveis. Isso acontecia muito na geração 8 e 16 bits, onde a pirataria era muito cara (quase o preço de um jogo original, ao menos na minha cidade).

Nessa época, além de nos dedicarmos bastante aos jogos, era muito comum alugá-los no fim de semana, ou então trocarmos com os amigos por alguns dias.

Com a era das mídias digitais e a pirataria barata, a molecada compra um jogo por R$ 5,00, joga o mesmo por alguns poucos minutos, e pronto, já o descarta jogando na pilha de centenas de jogos piratas, para nunca mais ver a cara do mesmo.

O mais interessante desta minha postura de comprar os jogos originais é que vários amigos estão me criticando, dizendo que os jogos de DS são muito caros, que eu sou burro, etc, etc.

Só quero lembrá-los que a maioria de vocês que me criticam também trabalham com software (que também é pirateável), e sei que pareço chato lembrando disso, mas o mundo é aquilo que fazemos dele.






Capitalização da Apple já ultrapassa a Google

Quem diria que a moribunda-nos-anos-90 Apple chegaria à este ponto? Segundo post do Slashdot, a capitalização de mercado da Apple Inc.'s ultrapassou a Google.

Capitalização de mercado é a soma do valor de todas as ações de uma empresa.

Segundo ainda o post, todas as ações do Google somam $ 156 milhões, enquanto a Apple $ 157 milhões (que mixaria, apenas 1 milhãozinho! :D )

Com isso, a Apple supera a Cisco, HP e Intel, além de 3 vezes o valor da Dell.

Pra quem não se lembra, a companhia só voltou ao topo depois que seu fundador, Steve Jobs, foi chamado às pressas para salvar o barco afundando. O mesmo Steve Jobs que fora demitido vários anos antes por uma aparente quase insanidade no controle da empresa (ele mesmo disse que a demissão o vez rever vários conceitos errados).

Essa história, eu já contei várias vezes aqui, é muito bem descrita no filme "Piratas da Informática" (Pirates of Silicon Valley).

Aliás, será que parte do valor da Apple está vindo das horas extras não pagas à seus funcionários? Dias atrás, vários funcionários da empresa entraram com um processo na justiça contra a empresa, alegando nada mais, nada menos, que estarem trabalhando em regime de semi-escravidão.

O processo deu tanto pano pra manga que já estão pensando até em rever na justiça americana o conceito do que é hora extra, e o que não é. Pois a Apple alega que os funcionários faziam horas a mais, mas isso não era hora extra.






Guitar Hero no PC

Como eu sou o único que ainda joga Guitar Hero no nível médio entre meus amigos (eles jogam no Hard ou Expert), resolvi tomar uma atitude para melhorar meus skills guitarrísticos.

Peguei o jogo para PC emprestado com um amigo, a guitarra emprestada com outro cujo PS2 morreu, e comprei um adaptador de controles de PS2 para USB.

Após instalar o jogo e baixar o último patch, fui configurar a guitarra. Mas... o jogo não aceita controles! Apenas teclado!

Qual seria a razão da Activision fazer isso? Evitar a pirataria (que acabaria com os lucros das versões para consoles)? Ganhar uma graninha extra fazendo com que no PC tenhamos apenas um leve concorrente do Frets on Fire (jogo livre para imitar guitarras com o teclado)?

Bom, o que fiz: baixei um dos milhares de programinhas que fazem com que cada botão ou movimento do joystick acione uma tecla no teclado.

Funcionou quase perfeitamente (até o Star Power funcionou): só não consegui fazer a barrinha de distorção da guitarra (whammy bar) funcionar. Aí pra isso coloquei o botão Select da guitarra.

Agora só falta tempo pra jogar!






Atenção: fim de linha para o Windows 3.11

Muita atenção: um post no Slashdot informa que a Microsoft avisou que à partir de 1 de novembro deste ano, pára de comercializar o Windows 3.11 para fabricantes de dispositivos embarcados!

A geração mais velha vai se lembrar muito bem deste marco: a possibilidade de se usar uma interface gráfica ao invés do DOS!

O primeiro computador que eu comprei com meu suado dinheirinho, em 1994, vinha com o Win 3.11 for Workgroups. Claro, porque os "técnicos" diziam que a versão "for Workgroups" continha mais coisas (já perguntou pra eles o que são essas coisas a mais? Fazem isso até hoje, com o XP e Vista).

Logo após me maravilhar com as janelas, mouse, etc, um amigo me mostrou o programinha IconHearIt, que fazia os sons serem reproduzidos (de maneira horrível) no PC-speaker.

Nessa época, após aprender a mexer no Word (6) e Excel (5), e jogar alguma coisinha no DOS, eu não entendia muito a serventia de um computador.

Mal eu sabia quantos anos eu passaria em frente à esta caixinha...

Lembro que há uns meses atrás, conversei com um professor aqui da USP São Carlos que diz rodar ainda alguns programas de engenharia no Win 3.11, pelo fato de que eles já conhecem há anos os bugs existentes na plataforma. Se é verdade, eu não sei...





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