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Por que não rouba a mãe?

Domingo, como de costume, fui com minha esposa levar o Pimpolho Jr ao SESC, para ele socializar com outras crianças, ver brinquedos diferentes, e eu também aproveitar e ler as revistas da semana.

Aproveito a revistaria do SESC para ler as revistas por diversos motivos: não tenho a menor vontade de comprar tantas revistas semanalmente (e nem verba pra isso); é ótimo sair de casa (e a revistaria tem até ar-condicionado); aproveito a onda eco-chata e não derrubo mais árvores comprando tantas revistas (e por consequência vou levar à falência a Votorantim e a Abril).

Uma coisa "interessante" em fazer isso: sempre tem uma ou duas pessoas que não respeitam o silêncio da sala de leitura, e vão lá apenas pra incomodar alguém que está lendo. Já notei que são sempre as mesmas duas ou três pessoas, que ficam o final de semana inteiro vagando pelo SESC, na tentativa desesperada de fazer amigos. Se eles vêem alguém vagamente conhecido em qualquer setor, vão lá correndo e não páram mais de falar. Tudo bem, desde que não seja na sala de leitura.

E um fato realmente chato: no melhor estilo "sou brasileiro e não desisto de ser pilantra nunca", essa semana roubaram as revistas Super Interessante, a Info, e a Quatro Rodas.

Tudo bem que a Super virou ultra-pop, a Info é genérica demais (e só usa os termos "de lavada" ou "deu um banho na concorrência"), e a Quatro Rodas ama de paixão todos os carros da Volks. Ao menos não roubaram a Exame, Você S/A, Scientific American Brazil e as revistas genéricas de mulher (com matérias como "perca N quilos com a dieta do ", "aprenda os segredos mais apimentado do sexo", "fique linda com a coleção primavera-verão"). Também não roubaram a revistinha com a Programação do SESC.

Isso porque de uns dois anos pra cá, o SESC já diminuiu bastante a quantidade de revistas que compram por semana (basicamente tiraram todas as revistas que tratavam do mesmo assunto e deixaram apenas uma do gênero). Daqui a pouco eles cansam de abastecer de revistas o espertinho que anda levando tudo pra casa, e pronto: nem o espertinho e nem todas as outras pessoas que frequentam o local vão poder ler nada.






Dinheiro é uma droga!

Segundo um estudo da Universidade de Massachusetts, as notas de dinheiro de alguns países apresentam um percentual bem alto de traços de cocaína.

Ainda segundo o estudo, a "cocaína está presente em até 90% das notas nos EUA, particularmente em cidades como Baltimore, Boston, e Detroit. Os cientistas acharam vestígios de cocaína em até 95% das notas de Washington, D.C.".

Alguns acham que o aumento dessa porcentagem (que há dois anos atrás era 20% menor) é efeito colateral da crise econômica lá.

E quanto aos outros países? O Canadá apresentou 85%, e o Brasil, sempre bem colocado nos rankings que não prestam, 80%.

A China, onde qualquer coisa ilegal é motivo para fuzilamento (será que usam pra controle populacional?), o percentual foi de 20%, e no Japão, 12% (embora lá tenham sido estudadas poucas notas).

Antes de alguns entrarem em pânico (e outros saírem correndo pra dar uma fungadinha nas notas), o estudo diz que esses resíduos não provocam efeito algum, seja alucinógeno ou em testes de urina e sangue.

 

 






A linguiça Perdigão vai ficar bastante Sadia
Categoria(s): Brasil Empreendedorismo

Não tenho mais assistindo muita TV, nem mesmo os jornais como costumava ver... só volta e meia algum episódio de Fringe (que já está me cansando um pouco), Two and a Half Men ou The Mentalist.

Aí algumas vezes aproveito o final de semana e dou uma passadinha no SESC, pra ouvir um pouco de música, levar o Pimpolho Jr. para brincar na área infantil, e ler algumas revistas.

Só depois de ler a última edição da revista Exame é que fiquei sabendo da fusão entre Sadia e Perdigão.

Não é algo tão chocante como foi, para os bebedores de cerveja, a fusão entre Brahma/Skol e Antarctica, mas mesmo assim fiquei espantado pela notícia (certamente sou um comedor de petiscos).

E este, sem dúvida, é um assunto que interessa a todos os churrasqueiros de plantão.

Segundo a reportagem, a empresa produto da fusão, a BRF será "uma empresa de 25 bilhões de reais de faturamento e terceira maior produtora de carnes do mundo, atrás apenas da americana Tyson Foods e do frigorífico brasileiro JBS-Friboi". E ainda, "em alguns segmentos, como o de massas, a BRF terá participação de mercado da ordem de 90%.".

O mais interessante sobre a notícia é que não foi, de fato, uma fusão: na verdade a Perdigão comprou a Sadia!

A Sadia, cuja marca lhe permite cobrar 15% a mais do que as outras, há alguns anos estava investindo seu capital em demasiado no mercado financeiro, quase tanto quanto em seu negócio principal.

O primeiro efeito disso: a Perdigão, além de ter expandido suas operações em mais de 70% nos últimos anos, tem lucros maiores que a sua rival, mesmo praticando preços mais baixos.

O segundo efeito de desvirtuar o foco: a crise econômica com os especulativos financeiros levou a Sadia a ter um rombo de 2,5 bilhões, e sob a perspectiva de não se sustentar mais, procurar compradores (o vulgo "a água bateu no pescoço").

Antigamente quando duas empresas rivais se uniam, todo mundo batia palmas, mas depois do fracasso de várias fusões antes aplaudidas (como sempre tendo como maior exemplo Daimler e Chrysler), agora todo mundo fica receoso sobre essa fusão entre palmeirenses e corinthianos.

Eu só espero que não aconteça como a Ambev, em que hoje em dia Kuat, Guaraná Antarctica e a extinta Taí tem todos o mesmo gosto.






Gripe porca

Hoje no Bom Dia Brasil boa parte das matérias foi dedicada ao assunto da Gripe Suína. Veja uma das matérias (tanto em vídeo quanto em texto) aqui.

Curioso o título da matéria: "Vírus é perigosa e inédita combinação". Tempos de português da Internet...

Ontem, ainda quando começaram a falar da tal gripe, eu já comentei em casa: "podem apostar que gente que nunca saiu da cidade natal vai entrar em pânico". Dito e feito: hoje no jornal já mostrou que a maioria das farmácias não tem mais aqueles respiradores de pano (que protegem nariz e boca).

A reportagem ainda comentou sobre os efeitos do medo da doença: os países asiáticos, grandes exportadores e consumidores de carne suína (principal carne consumida lá) estão com medo de serem afetados pelo pânico da população.

O Slashdot publicou hoje um post comentando que boa parte da desinformação também é atribuída a serviços de micro-bloging, como o Twitter, que por permitirem um número muito pequeno de caracteres, e serem altamente populares, causam grande desinformação. O que vocês acham disso?

Um ponto que me chamou bastante atenção foi sobre a origem do vírus. Segundo uma das reportagens de hoje cedo do Bom Dia Brasil, "em 1976, o primeiro surto registrado de gripe suína provocou pânico nos Estados Unidos. Soldados de uma base de Nova Jersey foram infectados - um morreu. Até hoje não se sabe como a doença começou e depois desapareceu."

Se fosse na época em que eu assistia Arquivo X, com certeza eu pensaria na hora que o culpado por isso seria algum projeto de arma química do governo americano.

Mas agora como estou assistindo Fringe, a culpa pela arma química deve ser de uma grande corporação.






Episódios inéditos do Chaves!
Categoria(s): Brasil TV

Eu sei que isso vai mudar a vida de muita gente: vocês sabiam que nos últimos 3 anos o SBT já exibiu 47 episódios inéditos do Chaves?

Claro que isso aconteceu porque há exatamente 3 anos eu não tenho mais tempo para assistir.

O duro é saber, no momento em que publico este post, qual o horário que o tio Silvio tirou nos dados para exibir o seriado durante esta semana.

Se alguém souber do horário do SBT para os próximos 2 dias, avise.

Aliás, eu me pergunto: e os episódios do Chapolin? Ainda é exibido? Bons tempos onde Chapolin era exibido no horário nobre do SBT, às 21h00, e pasmem, com episódios inéditos na época.

Para ninguém ficar triste, vejam aqui uma entrevista que os apelões do Pânico na TV fizeram com Carlos Villagrán, o Quico. Entrevista muito boa, por sinal, onde o ator até imita seu dublador em português, e conta que foi excluído do programa, além de proibido de interpretar o personagem no México por 20 anos. Por solidariedade, o seu Madruga também deixou a atração na época.





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